http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2012/01/06/maconha-nao-danifica-cerebro-e-memoria-diz-estudo.jhtm
Pessoas com 50 anos ou mais que fumam ou já fumaram maconha não podem
mais culpar a droga pelos esquecimentos. Um novo estudo publicado na
revista American Journal of Epidemiology mostra que a erva não danifica o cérebro. Pelo menos não de forma permanente.
Os cientistas analisaram quase 9.000 britânicos e os que haviam usado
drogas recentemente ou no passado obtiveram melhores resultados em
testes cognitivos do que os que nunca haviam fumado. A diferença,
pequena, pode ser explicada pelo nível de educação ligeiramente maior
dos usuários.
A pesquisa foi realizada em duas etapas. Na primeira, os voluntários,
com 42 anos, precisavam relatar se usavam ou se já tinham usado qualquer
tipo de droga. Do total, um quarto dos participantes já tinha usado
substâncias ilícitas - não só maconha, mas também cocaína, ectasy, LSD e
cogumelos alucinógenos.
A segunda etapa foi realizada quando os voluntários completaram 50 anos
e foi composta por testes de memória, atenção e outras habilidades
cognitivas.
"Os resultados do estudo mostraram que o uso de drogas no passado ou
até mesmo no presente não está necessariamente associado com o
funcionamento cognitivo do cérebro", disse o pesquisador Alex Dregan, do
Kings College de Londres, à Reuters.
No entanto, Dregan pondera que esses resultados não excluem os efeitos
nocivos que a droga pode ter nos indivíduos que as usam de forma mais
intensa.
Ainda que muitos estudos apontem que maconha e cocaína tenham efeitos
nocivos permanentes à memória e atenção, Dregan acredita que eles sejam
apenas temporários.
(Com Reuters)
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Fisica ondulatoria
Kyle Jones colocou seu iPhone 4 dentro do violão e saiu tocando. A combinação entre a câmera — que usa um rolling shutter eletrônico — e as cordas vibrando gera um espetáculo que reflete a vibração de cada corda sendo tocada.
Texto resumido de: http://www.sedentario.org/category/colunas/duvida-razoavel/page/2
Abaixo um simulador de ondas:
Superposição de ondas
- As duas ondas da parte de cima da simulação são superpostas
resultando na terceira onda. As velocidades e frequências das ondas
podem ser alteradas.
Por que se usa "@" em endereços eletrônicos?
Criado para ser uma unidade de medida, o arroba virou
símbolo dos tempos modernos, ganhou status de design e passou a fazer
parte do acervo do Museu de Arte Moderna de Nova York.
Ele nasceu assim...
Quando o latim ainda era língua
corrente, a contração da preposição ad (que tem o sentido de lugar e
movimento) se parecia com o @. Mas o arroba, tal como o conhecemos hoje,
nasceu no século 16, em Florença. Na época, o marchante Francesco Lapi o
usou para simbolizar uma unidade de medida. Ela era baseada na ânfora
(um vaso de terracota) usada nos mercados italianos para medir grãos e
outros bens de consumo. Com o tempo, foi caindo em desuso e, hoje, o
símbolo ainda tem o nome de uma unidade de medida somente em português e espanhol.
Na era moderna, o arroba virou
propriedade dos contadores. Por isso, o sinal entrou para o teclado
básico das máquinas de escrever em 1885. Mas foi apenas no fim do
século 20 que ele virou o ícone da era digital. O arroba estava quase
morto até o engenheiro elétrico norte-americano Ray Tomlinson inventar o
e-mail, em 1971. Ele escolheu o símbolo para ser a liga dos endereços
de e-mail.
As razões? Primeiro por ser um
ícone que já existia nos teclados e não tinha nenhuma função para a
maioria da população. Segundo, porque os norte-americanos chamam o sinal de "at", abreviação da expressão at the rate of (à medida que). At tem a função de lugar: onde, está. Traduzindo um endereço de e-mail, a escolha fica óbvia. O usuário fulano de tal está no provedor X: fulanodetal@provedorX.
Mola maluca desafia gravidade
Texto retirado de http://www.sedentario.org/colunas/duvida-razoavel/mola-maluca-anula-a-gravidade-47735
Lembra das “molas malucas” que desciam escadas sozinhas? Pois o físico Rod Cross demonstra algo um tanto mais bacana que elas podem fazer.
Se você segurar o topo de uma mola maluca, deixando que ela se estenda, e então soltá-la, o que acontece? Ela cai, certo? Certo.
Mas preste atenção na parte inferior da mola, que no vídeo acima ainda segura uma bola de tênis.
Como o Coiote até perceber que já passou pelo precipício, a bola fica
estática no ar! A gravidade deixou de agir sobre ela? A explicação, na
continuação.
A resposta é ainda mais fantástica do que anti-gravidade. Porque o
conjunto como um todo, mola e bola, em verdade cai como qualquer outro
objeto cai quando solto no ar. A gravidade é inexorável. Mas a parte de
cima da mola mantém a parte de baixo com a bola no ar… ao cair!
Como algo caindo pode manter outro algo no ar? Mais física de desenho animado?
Para entender isso um pouco melhor, veja como a parte de cima da mola
cai em um piscar de olhos. Ela está se acelerando mais rápido do que
uma queda livre, movida tanto pela gravidade quanto pela tensão da mola.
Se você soltasse uma pedra, ela demoraria mais para percorrer a mesma
distância que o topo da mola. É essa aceleração mais rápida que acaba
sustentando a parte inferior — incluindo a bola de tênis — parada no ar
por algumas frações de segundo.
De certa forma, é algo como os desenhos
animados: a informação de que a parte de cima da mola foi solta leva
algum tempo até chegar ao seu final. Até que isso ocorra, o centro de
gravidade do conjunto está caindo, apenas na mola isso se traduz na
parte inferior parada enquanto a parte superior se acelera cada vez mais
rápido.
Agora pense na ideia de que se um dia o Sol deixasse de existir, levaria 8 minutos até que qualquer efeito disso fosse notado. Nossa estrela está a 8 minutos-luz de nós.
Neste hipotético sumiço do Sol, durante oito minutos nosso
planeta orbitaria o campo gravitacional de uma estrela que não existe
mais. Maluco, não? E o mais maluco é que o Sol não precisa deixar de
existir para que isso aconteça. A gravidade que orbitamos é a deformação
no espaço-tempo gerada há 8 minutos. A luz que nos banha escapou da
fornalha solar há 8 minutos.
O mesmo vale para todas as estrelas no céu, uma enorme coleção de
molas malucas soltas no tempo que levam milhares de anos até que seu
final chegue aos nossos olhos.
Como o Coiote, ao percebermos isso, podemos perder o chão.
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